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Nova NR-1: o que diz sobre segurança e saúde no trabalho

29 janeiro, 2026 • RH

Profissionais em escritório moderno analisando informações sobre a Nova NR-1 em ambiente corporativo com elementos digitais e identidade visual da Edusense.

Como sua empresa vai provar que cuida da saúde mental e dos riscos no dia a dia?  Essa pergunta guia nosso olhar sobre a nova NR-1 e o impacto nas rotinas de segurança do trabalho.

Nós contextualizamos por que a norma virou foco nas empresas. A inclusão de riscos psicossociais no GRO/PGR muda
prioridades e exige organização, registro e integração entre SST, RH e lideranças.

Neste guia prático, explicamos de forma direta o que muda: prazos educativos, exigência de evidências e controles
contínuos.

Destacamos o período a partir de 26 de maio de 2025 e a validade das autuações só a partir de 26 de maio de 2026. O conteúdo serve para organizações com trabalhadores CLT que precisam adaptar processos, mensurar resultados e transformar a gestão de riscos em prática diária.

Não será suficiente ter documentos; será preciso mostrar ações, inventário de riscos e resultados mensuráveis no
ambiente de trabalho.

O que é a NR-1 e por que ela é a base da segurança e saúde no trabalho

Explicamos por que essa norma atua como alicerce das políticas de prevenção nas empresas. Ela define as disposições gerais e o campo de aplicação das NRs para organizações com empregados regidos pela CLT.

Diretrizes
A norma organiza princípios de saúde segurança trabalho, define responsabilidades do empregador e a participação dos
trabalhadores. Isso torna a norma obrigatória e prática, não apenas documental.

A relação com o gerenciamento riscos é direta. A norma orienta identificar perigos, avaliar probabilidades e controlar
exposições para reduzir acidentes e doenças ocupacionais.

  • Campo de aplicação claro para empresas com trabalhadores CLT.
  • Integração com outras normas, como a NR-17, para evitar ações fragmentadas.
  • Ampliação do conceito de ambiente trabalho, incluindo cenários virtuais.

A atualização foi necessária pela digitalização e pelo trabalho remoto. Mudanças em ergonomia e organização do
trabalho exigem nova leitura dos riscos e medidas preventivas.

O que muda com a Nova NR-1 nas empresas brasileiras

A atualização altera práticas e obriga as organizações a tratar riscos psicossociais com a mesma rigidez dos riscos físicos e químicos. Isso significa que o GRO e o PGR passam a incluir fatores como estresse, assédio e sobrecarga como perigos formais.

Mais rigor na avaliação

Agora a avaliação exige critérios objetivos: estimativa de severidade e probabilidade. As empresas terão de
classificar e priorizar riscos com base em evidências, não em impressões.

Registros e mensuração

Haverá exigência de registros padronizados e indicadores de desempenho. Não basta documento; precisamos mostrar
resultados mensuráveis e ações comprovadas.

Integração entre áreas

Exigimos integração entre SST, RH e lideranças para sustentar a prevenção. A participação ativa dos trabalhadores e da
CIPA, quando houver, passa a ser parte do processo de diagnóstico e controle.

  • Riscos psicossociais integrados ao programa de gerenciamento de riscos ocupacionais.
  • Critérios objetivos para priorização e plano de ação.
  • Registros consistentes que reduzem passivos e melhoram o clima organizacional.

Quando entra em vigor e como funciona o período educativo até as penalidades

Apresentamos as datas-chave e o que as empresas devem fazer no intervalo entre orientação e fiscalização. O Ministério
definiu início em caráter educativo em 26 de maio de 2025, com foco em orientar e permitir ajustes práticos.

Caráter orientativo a partir de maio 2025

Esse período é oportunidade para rodar diagnóstico, revisar documentos e testar ferramentas sem risco imediato de
autuação. Devemos usar o tempo para elaborar o inventário de riscos, ajustar o GRO/PGR e treinar lideranças.

Fiscalização e autuações a partir de maio 2026

A partir de 26 de maio de 2026 a fiscalização exigirá evidências claras: registros, coerência entre inventário e plano
de ação e provas de capacitação. As autuações vão mirar falta de documentação consistente e ausência de ações efetivas
que protejam a saúde e a segurança no trabalho.

  • Cronograma em ondas:
    diagnóstico → correções rápidas → implantação de controles → auditoria interna.
  • Prioridades iniciais:
    riscos psicossociais, integração SST‑RH‑liderança e padronização de registros.
  • Comunicação:
    informe trabalhadores e gestores sobre prazos e responsabilidades para reduzir ruído e acelerar adesão.

Riscos psicossociais e saúde mental: o que a norma passa a exigir na prática

Vamos traduzir em medidas práticas
as exigências sobre riscos psicossociais e saúde mental. A norma exige que esses fatores sejam tratados no GRO/PGR
como condições de trabalho, com registros e controles iguais aos aplicados a riscos físicos.

Exemplos comuns

Definimos riscos psicossociais como condições ligadas à concepção, organização e gestão do trabalho que afetam a saúde
mental, física e social dos trabalhadores.

  • Estresse crônico, exaustão e pressão por resultados.
  • Assédio moral, sexual ou institucional e conflitos persistentes.
  • Falta de autonomia, baixo apoio da liderança e rotinas excessivas.

Impactos esperados

Os efeitos incluem burnout, ansiedade e depressão, além de queda de produtividade e mais afastamentos. Em 2024 houve
quase meio milhão de afastamentos por transtornos mentais no Brasil, sinalizando urgência nas medidas.

Princípio central e aplicação prática

O princípio é avaliar as condições reais do trabalho, não tratar sintomas individuais. Devemos mapear, classificar,
priorizar e registrar esses riscos com o mesmo rigor de SST.

  • Medir:
    indicadores de saúde e bem-estar.
  • Controlar:
    ações organizacionais que atacam causas.
  • Documentar:
    evidências que comprovem intervenção e resultados.

Como identificar riscos psicossociais no ambiente de trabalho (passo a passo)

Mostramos um roteiro passo a passo para detectar sinais de risco psicossocial no dia a dia do trabalho. A
identificação deve ser sistemática e vinculada ao GRO/PGR e à NR‑17.

Mapeamento inicial com AEP

Iniciamos pela Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP). A AEP levanta sinais de sobrecarga, baixa autonomia e conflitos.
Conecte os achados à NR‑17 para dar base técnica ao diagnóstico.

Observação e entrevistas

Fazemos observação direta para confrontar o trabalho real com o prescrito. Conduzimos entrevistas para entender
rotinas, tarefas e pontos críticos. Isso revela fatores ocultos que geram estresse.

Ferramentas estruturadas

Aplicamos questionários, grupos focais e oficinas de escuta com anonimato. Garantimos governança dos dados e condução
por profissionais preparados. Assim medimos percepções e priorizamos ações.

Análise de dados internos

Cross‑check com absenteísmo, presenteísmo, rotatividade e reclamações. Esses indicadores confirmam padrões e orientam
a priorização dos riscos.

Participação dos trabalhadores e CIPA

Envolvemos trabalhadores e CIPA como consultores contínuos. Criamos canais de comunicação permanentes e registramos
tudo para servir como evidência no GRO/PGR.

  • Evidência e rastreabilidade:
    registre métodos, datas e responsáveis.
  • Consistência:
    alinhe resultados com planos de ação.
  • Atualização:
    revise após mudanças de processo.

GRO e PGR: como atualizar seu gerenciamento de riscos ocupacionais com a nova NR-1

Atualizar o GRO e o PGR exige método:
vamos mostrar como transformar o diagnóstico em ações práticas e rastreáveis.

Descrever perigos e relação com agravos à saúde

Começamos descrevendo perigos ligados a processos e tarefas. Cada entrada deve indicar a atividade, o agente e a forma
de exposição.

Relacionamos perigos a possíveis lesões ou agravos, incluindo riscos psicossociais (ex.: sobrecarga → exaustão; assédio → sofrimento psíquico). Use linguagem técnica e rastreável.

Estimativa de gravidade e probabilidade

Aplicamos critérios claros para gravidade e probabilidade. Isso permite classificar e priorizar de forma consistente.

Documente a matriz usada e os limites que justificam investimentos e controles.

Do diagnóstico ao plano de ação

Transforme o inventário em um programa gerenciamento riscos com responsáveis, prazos e recursos. Cada ação precisa de
evidência: registros, fotos, relatórios e indicadores.

  • Responsáveis:
    nome e cargo.
  • Prazos:
    marcos curtos e revisão.
  • Evidências:
    provas de execução e indicadores de eficácia.
  • Participação:
    envolva trabalhadores no desenho e na avaliação das medidas.

Ao integrar avaliação e ação, a empresa demonstra gestão séria dos riscos e proteção da saúde no trabalho.

Inventário de riscos ocupacionais: o documento que precisa estar completo e vivo

O inventário de riscos é o registro técnico que conecta diagnóstico e ação no dia a dia da empresa. Ele integra o
programa gerenciamento riscos e serve como base para o plano de ação.

O que deve constar, no mínimo

Conteúdo obrigatório:
caracterização de processos e ambientes, atividades, perigos e possíveis agravos à saúde. Devem constar também os
grupos expostos e as medidas existentes.

  • Processo/atividade: descrição clara da tarefa.
  • Perigo e agravo: agente e lesão esperada.
  • Grupos expostos: funções e número de trabalhadores.
  • Medidas existentes: controles administrativos, EPI e organizacionais.

Registro de ergonomia, monitoramentos e classificação

Incluímos resultados de ergonomia alinhados à NR-17 e dados de monitoramento de exposição. Isso evita lacunas quando o
risco é organizacional ou ligado à carga de trabalho.

A classificação por severidade e probabilidade deve ser documentada de forma que oriente prioridades e alocação de
recursos.

Atualizações e governança

Atualizamos o inventário em mudanças significativas de processo, tecnologia ou condições trabalho. Cada versão precisa
de data, responsável e histórico de alterações.

Guarda do histórico:
mantenha registros por pelo menos 20 anos para atender exigências e comprovar ações de segurança.

  • Versão, data e responsável.
  • Critério de atualização e acionadores (mudança de processo, novos riscos).
  • Disponibilidade controlada para consulta, protegendo dados sensíveis.

Treinamentos, capacitação e evidências: como atender às exigências com consistência

Treinamento consistente e rastreável é hoje peça-chave para a conformidade e para proteger o bem-estar no trabalho. Devemos alinhar formato, conteúdo e registro às
exigências para que as ações tenham valor em auditorias e na gestão interna.

Critérios para formatos presenciais e digitais

Exigimos critérios claros sobre carga horária, interatividade e comprovação de aprendizagem. Cursos digitais precisam
ter trilhas com avaliação e logs que comprovem participação.

Formações presenciais devem gerar listas de presença, avaliações e registros de aplicação prática. A coerência entre
formato e objetivo do treinamento é exigência formal.

Capacitação de lideranças

Preparamos gestores para prevenir assédio, sobrecarga e conflitos com foco em comportamentos observáveis. Treinamentos
incluem simulações, rotinas de feedback e tomada de decisão baseada em dados.

Integramos saúde mental e prevenção às rotinas de supervisão para que as lideranças atuem como primeira linha de
gestão dos riscos.

  • Trilhas por público:
    trabalhadores, RH, gestores e SST com conteúdos ligados ao risco mapeado.
  • Evidências a manter:
    listas/assinaturas, avaliações, registros de conclusão, conteúdo e carga horária.
  • Medição da efetividade:
    indicadores de aprendizagem e de SST que mostrem redução de vulnerabilidades.

Cultura de prevenção e bem-estar: como reduzir passivos e fortalecer a organização

Para reduzir passivos, precisamos incorporar bem‑estar às rotinas do trabalho. Isso vai além da conformidade documental e exige mudança de práticas diárias.

Responsabilidade compartilhada

Assumimos que a gestão deve liderar e que os trabalhadores participam ativamente. A empresa define políticas e
recursos. Os trabalhadores colaboram no diagnóstico e nas medidas. Essa divisão melhora a qualidade do gerenciamento riscos.

Benefícios esperados

Resultados mensuráveis:
menos acidentes doenças ocupacionais, queda de afastamentos e menores custos com indenizações. Além disso, há ganho em clima, retenção e reputação. A saúde e a segurança trabalho melhoram com ações consistentes.

Como preparar a empresa antes do manual técnico

Antecipamos a atualização do MTE: iniciem diagnóstico, testem instrumentos e consolidem evidências com tempo. Integre
SST, RH e lideranças em comitês e indicadores.

  • Padronize rotinas para ambientes trabalho, inclusive híbridos.
  • Documente ações, prazos e responsáveis.
  • Comunicação interna: conecte bem‑estar à performance para reduzir resistência.

Com essa abordagem prática, a organização se torna mais resiliente às mudanças e cumpre as exigências com resultados
reais.

FAQ

O que diz a Nova NR-1 sobre segurança e saúde no trabalho no Brasil?

A nova NR-1 redefine diretrizes gerais de SST, ampliando o foco para gerenciamento de riscos ocupacionais que inclui
perigos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e psicossociais.

Ela orienta empresas sob CLT a adotarem processos contínuos de identificação, avaliação, controle e monitoramento de
riscos, com responsabilização técnica e registros sistemáticos.

Por que a NR-1 é considerada a base da segurança e saúde no trabalho?

A norma estabelece princípios, campo de aplicação e obrigações mínimas para prevenção.

Ela padroniza requisitos essenciais que orientam outras NRs e práticas internas de SST, garantindo coerência entre
avaliação de riscos, treinamentos, comunicação, investigação de acidentes e políticas de bem-estar.

Por que a NR-1 precisou evoluir com trabalho remoto e digitalização?

Mudanças como o teletrabalho, plataformas digitais e rotinas híbridas que trouxeram novos riscos psicossociais e
desafios ergonômicos.

A atualização busca abranger essas realidades, exigindo avaliação das condições reais de trabalho, e não apenas do que
está formalizado.

O que muda nas empresas com a inclusão dos riscos psicossociais no GRO e no PGR?

Os riscos psicossociais passam a integrar o inventário de perigos e o plano de ação do Programa de Gerenciamento de
Riscos.

Isso obriga empresas a identificar fatores como estresse, assédio e sobrecarga, avaliar gravidade e probabilidade,
implementar medidas preventivas e documentar resultados.

Como a nova NR-1 torna a avaliação de riscos mais rígida?

A norma exige critérios objetivos para estimar severidade e probabilidade, priorização clara dos riscos e evidências
que sustentem decisões.

Ferramentas e matrizes de risco devem ser aplicadas de forma consistente, com registro das metodologias e evidências
para auditoria e fiscalização.

Quais registros e mensuração de resultados são exigidos?

É necessário registrar inventário de riscos, avaliações, planos de ação, treinamentos, monitoramentos e indicadores
como absenteísmo e afastamentos.

Esses registros permitem mensurar eficácia das medidas e apoiar a padronização de exigências entre unidades da
empresa.

Como integrar SST, RH e lideranças para sustentar a prevenção?

Recomendamos governança integrada: alinhamento de políticas, capacitação de lideranças, canais de comunicação claros,
participação dos trabalhadores e definição de responsabilidades.

A gestão compartilhada facilita detecção precoce de problemas e execução de medidas corretivas.

Quando a nova NR-1 entra em vigor e como funciona o período educativo?

A norma passa a ter caráter orientativo a partir de 26 de maio de 2025, período em que empresas devem adaptar
processos e implantar instrumentos previstos, sem aplicação imediata de penalidades, mas com expectativa de
conformidade progressiva.

Quando começam as fiscalizações e autuações?

A fiscalização e a possibilidade de autuações técnicas entram em vigor a partir de 26 de maio de 2026. Até lá, é
prudente que as empresas implementem as mudanças e reúnam evidências para demonstrar esforços de conformidade.

Quais exemplos de riscos psicossociais a norma destaca?

Exemplos incluem estresse crônico, assédio moral e sexual, pressão excessiva por resultados, jornadas irregulares,
falta de autonomia, sobrecarga de trabalho e conflitos interpessoais. Esses fatores afetam saúde mental e desempenho.

Quais impactos de saúde mental a empresa deve esperar se não agir?

A ausência de medidas pode aumentar casos de burnout, ansiedade, depressão, afastamentos e presenteísmo. Esses
impactos elevam custos diretos e indiretos e deterioram clima organizacional e produtividade.

Qual é o princípio central sobre riscos psicossociais na NR-1?

O princípio central exige avaliar as condições reais de trabalho — processos, organização e demandas — e não
interpretar problemas apenas como “sintomas individuais”. A abordagem é coletiva e voltada à prevenção.

Como iniciar a identificação de riscos psicossociais no ambiente de trabalho?

Começamos pelo mapeamento inicial com Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) e conexão com a NR-17, seguida de
observação direta, entrevistas e análise documental. Isso cria base para diagnóstico robusto.

Quais ferramentas estruturadas ajudam no diagnóstico?

Utilizamos questionários validados, grupos focais, oficinas de escuta com anonimato e indicadores organizacionais.
Essas ferramentas permitem captar percepções e cruzar com dados objetivos.

Que dados internos devem ser analisados para identificar problemas?

Indicadores úteis incluem absenteísmo, presenteísmo, rotatividade, afastamentos por diagnóstico, reclamações formais e
ocorrências registradas. Esses sinais ajudam a priorizar intervenções.

Qual o papel dos trabalhadores e da CIPA na identificação de riscos?

A participação ativa dos trabalhadores e da CIPA, quando existente, é essencial para consulta, comunicação e
implementação de medidas. Eles aportam conhecimento prático sobre as tarefas e contribuem para soluções viáveis.

Como descrever perigos e relacionar possíveis lesões no GRO e PGR?

Devemos listar processos e atividades, identificar perigos associados e detalhar possíveis lesões/agravos no curto,
médio e longo prazo. Essa correlação orienta a escolha de controles e monitoramentos.

Como estimar gravidade e probabilidade para classificar riscos?

Aplicamos matrizes de risco com critérios objetivos, definimos escalas para gravidade e probabilidade e registramos os
fundamentos das avaliações. A priorização resultante deve guiar o plano de ação.

Como transformar o diagnóstico em plano de ação eficaz?

O plano deve conter medidas técnicas, administrativas e de proteção coletiva, responsáveis, prazos, recursos,
indicadores de desempenho e evidências de implementação. Revisões periódicas garantem ajustes.

O que precisa constar no inventário de riscos ocupacionais?

No mínimo: processos e atividades, perigos identificados, trabalhadores expostos, medidas de controle existentes,
classificação de risco e evidências de avaliação. O documento precisa ser dinâmico e atualizado.

Como registrar ergonomia e monitoramentos no inventário?

Incluímos avaliações ergonômicas, resultados de AEP, laudos, medições ambientais e relatórios de saúde laboral. Esses
registros orientam ações corretivas e a priorização de intervenções.

Com que frequência atualizar o inventário e como guardar o histórico?

Atualizamos sempre que houver mudanças significativas em processos ou exposição e mantemos histórico documental por
pelo menos 20 anos, conforme exigência de preservação de evidências.

Quais critérios valem para treinamentos presenciais e digitais?

Treinamentos devem ter objetivos claros, conteúdo alinhado aos riscos identificados, instrutores qualificados,
avaliação de aprendizagem e registro de participação. A modalidade pode ser presencial ou digital, desde que garantida
a eficácia.

Como capacitar lideranças para prevenir assédio e sobrecarga?

Desenvolvemos programas específicos para líderes, com foco em comunicação, gestão de desempenho, prevenção de assédio,
identificação de sinais de desgaste e condução de medidas de suporte. Líderes precisam estar aptos a mediar conflitos.

Qual é a responsabilidade compartilhada entre empresa e trabalhadores?

A empresa define políticas, provê recursos e controles; os trabalhadores participam da identificação de riscos, seguem
procedimentos e comunicam problemas. A cooperação fortalece a eficácia das ações preventivas.

Quais benefícios a cultura de prevenção traz para a organização?

Reduzimos acidentes e doenças ocupacionais, diminuímos passivos trabalhistas, melhoramos clima e reputação, e
aumentamos produtividade. Investir em prevenção também reduz custos com afastamentos e substituições.

Como preparar a empresa antes do manual técnico do MTE e das orientações tripartites?

Recomendamos antecipar a revisão de GRO e PGR, treinar equipes, reunir registros e indicadores, realizar mapeamento de
riscos psicossociais e estabelecer governança clara. Assim, teremos agilidade para adaptar-se às futuras orientações.

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